O jeito “certo” de fazer as coisas

Eu falei do complexo do sobrinho a poucos dias, e lá vou eu tentar "trasmipensar" minha forma de viver/trabalhar pra quem lê isso aqui. Pensa comigo, eu podia nessa segunda-feira mandar aquele artigo técnico (que está comendo meu cérebro pra ser terminado) com mais de 2k palavras, cheio dos termos bizonhos e comandos estapafúrdios... Eu podia também admitir que estou cansado pra cacete depois de uma segunda de trabalho e que não quero escrever hoje, eu podia estar roubando, eu podia estar matando, eu podia estar "se" drogando... mas não... Vamos falar de coisa boa? E não é da Top Therm...

Só que não

Só que não

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Boas práticas vs Dia a dia

E ae turma batuta! Tudo numa nice? Quero falar com vocês hoje sobre a diferença entre as boas práticas vs dia a dia vamos lá?

Joãozinho aprendeu a desenvolver para web no curso técnico. Lá ele descobriu várias e várias boas práticas, descobriu como fazer um código legível, bonito, aprendeu a utilizar metodologias de desenvolvimento focadas em segurança e desempenho, aprendeu diversas formas de manter seu trabalho incólume.

Joãozinho terminou seu curso técnico e foi trabalhar em uma empresa como desenvolvedor web. Chegando lá mandaram ele trocar o mouse do computador do chefe, recarregar o toner da impressora do marketing e entregar até as 5 da tarde a landing page da campanha do site.

Joãozinho se lascou.

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Prostituição criativa e o melô do complexo do sobrinho

E ae nação hacker! Tudo “em riba”? Quantos de vocês já se sujeitaram a algum tipo de prostituição criativa? Pesado o termo né… Bom, vamos aos meus 20 centavos sobre o tema.

Vamos lá, qual a média de idade de vocês? 20 aos 40? (isso é um range bem alto, mas é melhor do que de 0 a 120 anos, concordam?) Nessa faixa de idade, (se espera pelo menos, e não, eu não concordo com isso) que você possua algum tipo de conhecimento específico… não estou dizendo que você tem que ter uma faculdade ou um técnico ou mesmo que tenha que ter concluído seu ensino médio aos 20 anos de idade, não é isso, mas, a essa altura do campeonato, você provavelmente possui algo que gosta de fazer e faz relativamente bem… E você pagou um preço por esse conhecimento, não pagou?

Clássico sobrinho cabeça de miojo do seu quincas da mercearia.

Clássico sobrinho cabeça de miojo do seu quincas da mercearia.

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A liberdade do Software e a sua liberdade, são a mesma coisa?

Salve salve turma jovial bonita! Tudo em cima? Lembrem-se: Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda, amanhã velho será, velho será, velho será! A menos que o coração, que o coração que sente, a juventude, que nunca morrerá!

Aqui no acesso.me, volta e meia falo sobre GNU/Linux e liberdade de software. Você que caiu de para-quedas aqui, clica no GNU bonito ali em baixo e dê um visu em outros posts, porém, o que eu quero falar aqui hoje com vocês é sobre uma diferenciação básica de liberdades que eu vejo muita gente esquecendo por ai nesse mundão de Deus e cometendo gafes horrendas por conta disso.

gerwinski-gnu-head

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Traçando um paralelo entre o Rock in Rio, a Campus Party e qualquer evento mainstream atual.

Agora no fim de setembro rolou a edição 2015 do Rock in Rio, evento que, caso você não conheça, reune uma pá de bandas e um porrilhão de gente em um lugar em um festival supimpa de música boa (ou nem tão boa assim).

Desde que o evento voltou ao Brasil em 2011 eu nutri uma vontade imensa de ir ao evento... Bandas que eu sempre escutei estariam tocando pela primeira vez no Brasil ou ultima, quem sabe...

Eis que este ano consegui ir a um dia do evento. Dia 24 de setembro, banda principal da noite, System of a Down. Foi ridiculamente boa minha experiência no festival, porém, como bom ser analítico que sou, consegui extrair da minha experiência alguns paralelos entre o Rock in Rio, a Campus Party e alguns outros eventos mainstream que ou frequento ou acompanho e é isso que quero compartilhar com vocês nesse pequeno texto de hoje.

Em todos esses eventos existe uma série de grupos de individuos com propósitos diferentes, e é estranho notar que, embora alguns eventos sejam bem diferentes dos outros, as castas são muito parecidas e quantitaveis. Vamos a algumas delas.

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Limbo – Review do Livro

Opa turma, tudo em riba? Quanto tempo... E a familia? Como vai?

É o seguinte... estou protelando essa review a um tempo... eu admito... eu sinceramente não encontrei uma forma boa de falar sobre o livro do Thiago d'Evecque sem entregar pedaços importantíssimos da história. E eu, pessoa que odeia spoiler que sou, me senti meio que impossibilitado em minhas limitações de fazer algo que fosse merecedor da obra por aqui... Mas, a vida é uma caixinha de surpresas, e, depois de escolher mil formas diferentes de falar, eu decidi por... falar do jeito que eu sempre falei! Sim, decepcionante, eu sei, mas, é o que tem pra hoje 😀

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O que eu aprendi escrevendo um texto por dia durante junho.

Salve salve turma hacker, turma criativa, turma supimpa, tudo em riba? Hoje é terça, quase quinta que vem antes da sexta... 30 de junho de 2015 e minha missão insana chega ao fim.

Eu comecei a publicar aqui em março de 2015, sem regularidade nenhuma... Vinha alguma idéia na telha, lá ia eu escrever meia dúzia de palavras sobre aquela idéia...  Porém minha regularidade de postagens sempre foi bizarra (e voltará a ser...). O que me deixou com a pulga atrás da orelha foi um post no Pequenos Deuses do  que já foi citado aqui no artigo sobre o Wallabag. (Provavelmente é uma surpresa pra ele saber disso, os textos dele são feras demais, e sinceramente eu não lembro como cheguei no Pequenos Deuses, só sei que virou parada obrigatória sempre que sai texto novo). E no post (que você confere clicando no nome do site) tem uma passagem que diz:

"[...]Escreva todos os dias. Não se preocupe com qualidade, consistência e continuidade[...]" 
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