O jeito “certo” de fazer as coisas

Eu falei do complexo do sobrinho a poucos dias, e lá vou eu tentar "trasmipensar" minha forma de viver/trabalhar pra quem lê isso aqui. Pensa comigo, eu podia nessa segunda-feira mandar aquele artigo técnico (que está comendo meu cérebro pra ser terminado) com mais de 2k palavras, cheio dos termos bizonhos e comandos estapafúrdios... Eu podia também admitir que estou cansado pra cacete depois de uma segunda de trabalho e que não quero escrever hoje, eu podia estar roubando, eu podia estar matando, eu podia estar "se" drogando... mas não... Vamos falar de coisa boa? E não é da Top Therm...

Só que não

Só que não

Continue lendo

是水我的朋友

讲话认为李小龙是李宗仁在朗斯特里特(美国系列)扮演的最有名的部分隐藏讲话的最重要的部分教学你,你应该除了学习,寻求胜利的道路,该道路打败那里,你应该学会它,它是成为像水的一部分。

造成这个帖子来源于人PAPO,你可以在这里看到源原文链接

不要让战斗那是失去你的牙齿一个很好的办法计划。

如果你试图记住你将失去!清空你的头脑。是无形的,无形的,像水。把水倒入杯中,它变成杯。把水倒入茶壶,它变成了茶壶。水可以流动或蠕变或滴注或崩溃。 是水,我的朋友。

像其他人一样,你要学会取胜之道,但从来没有接受失去的方式 - 接受失败。要了解死亡是从它解放出来。所以,当明天来临,你需要释放你的雄心勃勃的头脑,学会了死亡的艺术!

01001000 11100001 00100000 01110101 01101101 00100000 01101100 01101001 01101110 01101011 00100000 01100100 01101111 00100000 01101100 01100001 01100100 01101111 00100000 01100100 01101111 00100000 01101101 01100101 01110101 00100000 01101110 01101111 01101101 01100101 00100000 01110000 01100001 01110010 01100001 00100000 01101111 00100000 01101100 01101111 01100011 01100001 01101100 00100000 01100011 01101111 01110010 01110010 01100101 01110100 01101111 00100000 01100100 01101111 00100000 01110000 01101111 01110011 01110100 00100000 01110011 01100101 01110101 01110011 00100000 01110100 01110010 01110101 01110100 01100001 00101110

O trabalho 是水我的朋友 de Thiago Faria Mendonça está licenciado com uma LicençaCreative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Boas práticas vs Dia a dia

E ae turma batuta! Tudo numa nice? Quero falar com vocês hoje sobre a diferença entre as boas práticas vs dia a dia vamos lá?

Joãozinho aprendeu a desenvolver para web no curso técnico. Lá ele descobriu várias e várias boas práticas, descobriu como fazer um código legível, bonito, aprendeu a utilizar metodologias de desenvolvimento focadas em segurança e desempenho, aprendeu diversas formas de manter seu trabalho incólume.

Joãozinho terminou seu curso técnico e foi trabalhar em uma empresa como desenvolvedor web. Chegando lá mandaram ele trocar o mouse do computador do chefe, recarregar o toner da impressora do marketing e entregar até as 5 da tarde a landing page da campanha do site.

Joãozinho se lascou.

Continue lendo

Campus Party Brasil 2016 ou #CPBR9 e o Ode ao DD no target errado

E ae, tudo em riba galera?

Bom, vocês conhecem a Campus Party Brasil? A #CPBR (fica mais fácil né), foi por muitos anos o maior / um dos maiores evento(s) de tecnologia da américa latina, e hoje tem caminhado para se tornar o maior evento de internet do Brasil e um dos maiores da América Latina.

Continue lendo

Por um FLISOL consciente

*Para fins de discussão, neste texto os visitantes que irão a um FLISOL serão tratados como usuários.

Ano passado eu publiquei uma carta de apoio, um apelo, um artigo, chame como bem entender, chamado Por um FLISOL Livre, onde, além de mostrar meu apoio ao FLISOL #semUbuntu, estendi a questão e pedi aos organizadores do evento e voluntários que não instalassem distros que, ao que sabemos, embarcam Software NÃO Livre por omissão, privando o usuário do respeito que ele merece e pior ainda, vendendo a ele a ilusão de estar utilizando somente Software Livre enquanto na realidade não estava.

Continue lendo

Social pessoal vs Social corporativista

Então chegamos ao fim do ano de 2015. Como foi o ano de vocês? O meu foi bem bacana.

Hoje eu quero falar com vocês mais um pouquinho sobre redes sociais, vamos lá?

Eu estou correndo um risco de datar esse post de forma a não aproveitá-lo por mais um ano, mas não importa, o que vale é passar a ideia.

Nesse período do ano, meio de dezembro pra lá, se voltarmos no tempo uns 7 anos, podemos nos lembrar que nos dias 24, 25, 31 de dezembro e 1º de janeiro, as linhas telefônicas eram congestionadíssimas, telefonar para parentes pra desejar um feliz ano novo durante a virada de ano era uma tarefa hercúlea, muitas vezes as ligações nem completavam, as vezes caíamos na famigerada linha cruzada… trocas de SMS custavam o peso do celular em ouro, e nesses dias a entrega das mensagens demorava se não horas, mais de dia… Tempos antigos esses, não é mesmo? Hoje em dia é só abrir o “zap” e mandar uma mensagem de voz que, se a pessoa não estiver em local com 3G ou WI-FI na hora, assim que ela chegar, recebe as felicitações e responde. MARAVILHOSO!!! Ehr… eu concordo em partes.

Eu concordo que a “instantaniabilidade” da comunicação hoje é maravilhosa, quase divina se não fosse tecnológica. Porém, me preocupam os meios usados. Sim, vou tentar mais uma vez argumentar contra o uso de ferramentas mainstream.

Eu já argumentei antes que o Facebook não é uma ferramenta social justa, uma vez que ela te usa como mercadoria e não como usuário (https://acesso.me/blog/diaspora-redes-sociais-mais-sociais-por-favor-30juntexts/), hoje eu quero tentar te fazer pensar se realmente as opções corporativistas (like facebook, whatsapp, instagram e etc.) são realmente as melhores opções no mercado. Para isso eu quero citar 2 alternativas a serviços mainstream que possuem diferentes niveis de mergulho e são muito bacanas. O formato que vou apresentar será:

Ferramenta [Alternativa livre ao: Ferramenta MainStream] Texto Descritivo

Ok?

So, here we go!!!

Diaspora [Alternativa Livre ao: facebook] Eu já falei bastante sobre a Diaspora no link ali em cima, mas vamos mais uma vez falar sobre as vantagens dela:

  • Você NÃO sofre censura sobre o que posta na rede, se algum servidor que você criou a conta está te limitando de alguma forma, você pode tranquilamente procurar outro servidor (ou POD, como chamamos) que não te limite!

  • E pode ficar tranquilo que você vai conseguir manter contato com as mesmas pessoas que mantinha no outro POD. Isso se chama federação, vários servidores interoperando e se comunicando para manter a teia da rede social em funcionamento, nesse formato, se um servidor cair, o serviço como um todo não cai.

  • Se você se sente aventureiro, pode subir o seu próprio POD, pode ser em casa, pode ser no seu servidor, a instalação é bem documentada e você encontra como fazê-lo aqui: https://wiki.diasporafoundation.org/Installation_guides e decidir se quer participar da rede de PODs públicos ou se quer fazer um POD privado só para você, sua família e amigos!!! Dude, this is awesome!!!

  • Não há necessidade de inserir dados reais para cadastro. E isso bate direto com a sua privacidade. Se você está em um POD publico e não deseja se expor enquanto pessoal real, nada, repito, NADA te impede de criar uma conta com nome qualquer, avatar qualquer e sair por ai explorando a rede.

  • Não há grupos, fã pages, feed comercial ou congeneres na rede. Isso pode ser interpretado como algo negativo, afinal, se não há essas coisas o que você faz na rede? Cara, é genial o que você faz na Diaspora… eu juro… está preparado? Você se conecta com pessoas!!!!!!!!!!!!!! Sem as fã pages e os grupos, você encontra pessoas que compartilham conteúdo que VOCÊ acha interessante (e não um algorítimo que está ali para te induzir a acreditar que o mundo gira aos seus pés) através de hashtags. Se você usar o campo de buscas da Diaspora e pesquisar por exemplo por #Metal, você verá TODAS AS PUBLICAÇÕES DA REDE referentes a essa hashtag, quer tenham sido feitas por pessoas do seu POD, quer tenham sido feitas por pessoas de um POD alemão. E o mais legal, você pode (e deve na minha opinião) seguir as tags dos assuntos que te interessar, e elas, além das pessoas que você começar a seguir, irão compor seu live feed. Isso mesmo, você só vai receber conteúdo de temas que te interessa e de pessoas que te interessa.

  • Existem PODs brasileiros!!! Se você se interessou e quer tentar um mergulho na rede social, eu recomendo o POD que eu uso primariamente que é o http://diasporabr.com.br, cola la e procura por mim! Vamos trocar uma ideia! Ah, e se você está experimentando a Diaspora e vai na Campus Party Brasil 2016, se liga que vamos fazer um encontrão de usuários Diaspora como conteúdo by comunidades na madruga. Darei mais informações mais perto do evento.

Actor [Alternativa Livre ao Whatsapp e ao Telegram!] Antes de começar propriamente a falar do Actor, um breve disclaimer do porque buscar uma alternativa ao Telegram. Embora o mesmo possua clientes Open Source e/ou Livres, o Telegram NÃO LIBERA O CÓDIGO DO SERVIDOR, se o servidor é proprietário, é tão seguro quanto o whatsapp… você tem de confiar cegamente que eles estão tomando conta dos seus dados e te respeitando como usuário sem garantia alguma.

  • O Actor é livre. Isso por si só já garante pontos e mais pontos a ele. Para quem pelo menos simpatiza com o Movimento Software Livre, entende que qualquer Software Livre é melhor do que qualquer software proprietário.

  • O Actor é uma startup fundada por ex funcionários do Telegram.

  • O Actor possui grupos sem limite de integrantes.

  • O Actor possui clientes Android, IOS e Web. O Cliente da PlayStore vem com os Google Apps porque a google exige, porém, no Aptoide você encontra a Google Free Version (feita pelos desenvolvedores à pedido da comunidade) que não exige os GApps e funciona tão bem quanto.

  • O desenvolvimento do Actor é extremamente ativo, e o canal de comunicação dos devs é aberto ao público!!! Você pode entrar lá e trocar uma ideia com os caras! Muitas das melhorias e da solução de problemas com o app vem dali!

  • Se você não se sentir confortável usando o servidor dos caras, adivinha… Dá pra rodar o seu próprio!!!

  • O Actor, assim como Telegram e whatsapp, sincroniza sua agenda telefônica buscando por usuários do Actor que estejam lá, e mais importante, sincroniza suas conversas com todos os seus Apps, se você usa o webapp primariamente (como eu), pode ficar tranquilo que quando você pegar seu celular, vai estar tudo lá.

  • O Actor suporta envio de arquivos de qualquer tipo como anexos, tanto em chats em grupo quanto em chats individuais.

  • O Actor possui uma versão corporativa que possui alguns recursos diferenciados para quem quiser implementar a solução a nível empresarial. A versão corporativa possui um custo e conta com suporte direto.

  • Se você se interessar em testar o Actor, o link para o site é esse: http://actor.im, o link para ingresso ao grupo de Software Livre (galera gente boa pra caramba) é esse aqui: https://quit.email/join/06974ff9531c608a476aa329a25154acca32cb0157c0cdbc94dd513cdb70413c crie sua conta e cai dentro!

E Hoje são essas duas alternativas não corporativistas (e sim, o Actor tem uma versão corporativa, o não corporativista que estou usando aqui é no sentido de não te olhar, enquanto usuário, como uma grande corporação como Google, Apple, Facebook e Microsoft te olham, como um número) que eu quero passar para vocês. Neste final de ano, quando você estiver buscando formas de se comunicar com seus familiares e queridos, não deixe de levar em consideração formas que te respeitem como usuário. E quando você se deparar com a questão de que “ninguém usa”, pense assim: Hoje ninguém usar é um empecilho pra mim, amanhã, quando eu convidar alguém, esse não será um empecilho pra essa pessoa. Mudar é sempre complexo, afinal, anos e anos usando os mesmos apps, as mesmas redes sociais, não é algo que se perde assim, do nada. Só que, se a mudança é algo que vai te trazer o benefício do respeito e da liberdade(do software para com você), a mudança pode ser uma boa saída.

Fala pra mim, vamos fazer uma mudança?

O trabalho Social pessoal vs Social corporativista de Thiago Faria Mendonça está licenciado com uma LicençaCreative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Traçando um paralelo entre o Rock in Rio, a Campus Party e qualquer evento mainstream atual.

Agora no fim de setembro rolou a edição 2015 do Rock in Rio, evento que, caso você não conheça, reune uma pá de bandas e um porrilhão de gente em um lugar em um festival supimpa de música boa (ou nem tão boa assim).

Desde que o evento voltou ao Brasil em 2011 eu nutri uma vontade imensa de ir ao evento... Bandas que eu sempre escutei estariam tocando pela primeira vez no Brasil ou ultima, quem sabe...

Eis que este ano consegui ir a um dia do evento. Dia 24 de setembro, banda principal da noite, System of a Down. Foi ridiculamente boa minha experiência no festival, porém, como bom ser analítico que sou, consegui extrair da minha experiência alguns paralelos entre o Rock in Rio, a Campus Party e alguns outros eventos mainstream que ou frequento ou acompanho e é isso que quero compartilhar com vocês nesse pequeno texto de hoje.

Em todos esses eventos existe uma série de grupos de individuos com propósitos diferentes, e é estranho notar que, embora alguns eventos sejam bem diferentes dos outros, as castas são muito parecidas e quantitaveis. Vamos a algumas delas.

Continue lendo

Simplificando idéias

Salve salve.

O atraso em transferir minhas mentalizapensações para cá tem me deixado incomodado. Por conta disso, tirei um tempo pra mim mesmo, pra tentar entender o que estava acontecendo e como eu poderia voltar a transmipensar minhas idéias para cá ou qualquer outro lugar.

Desde o desafio dos trinta textos de junho, como pré dito pelo amigo Thiago d'Evecque, não tem sido mais tão simples escrever, simplesmente porque não tenho escrito todos os dias.

Continue lendo