O mundo hacker!

Olá hackers de plantão! E olá campuseiros de plantão! Este é o primeiro artigo colaborativo entre o acesso.me e o campuseiro's club e hoje conheceremos um pouco sobre o mundo hacker! Bom, primeiramente vamos deixar de lado essa visão fantasiosa e marginal hollywoodiana dos hackers, não é bem assim que a coisa funciona.

Hacker é uma palavra que possui dois significados bem distintos:

1º - Tradicionalmente um hacker é alguém que estuda a fundo e se diverte com software ou sistemas eletrônicos. Hackers gostam de explorar e aprender sobre como computadores funcionam, eles amam descobrir novas formas de utilizar ferramentas e muitas vezes desenvolver ferramentas para tarefas até então sem ferramentas.2º  - O sentido mais recente, empregado pela mídia em geral trás ao nome hacker um novo sentido: o hacker passa a ser alguém que usa seus conhecimentos de má fé para invadir sistemas para ganhos próprios, sejam eles financeiros ou não. Tecnicamente, esses criminosos são chamados de Crackers, como derivação de criminal hackers. Crackers invadem sistemas com más intenções. 
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LibreOffice – Abandonando o M. Office a custo “0”.

Olá hackers de plantão!

Vamos a mais algumas situações "hipotéticas":

Situação 1: Você, garoto(a) maroto(a) decidiu que era hora de comprar um notebook novo, juntou grana, pesquisou modelos e modelos, achou um que cabe no seu bolso justinho e trás tudo o que você precisa "out of the box" tipo: Windows 8.1 original (sic), Office, Antivírus, Navegador e mais 200 bloatwares (ou programas que não servem para nada mas as fabricantes ainda insistem em meter dentro da instalação pra ti), você pega seu equipamento todo feliz e, depois de um mês usando, vem aquela maravilhosa mensagem do Office dizendo que o período de testes acabou e que você tem de adquirir uma licença do Office por módicos 20 obamas por mês ou 120 obamas / ano (os preços podem variar ai mas na última vez que olhei era isso).

Situação 2: Você está com aquela instalação limpa daquela sua distribuição GNU/Linux favorita, instalou tudo na unha, está voando, porém, não tem uma suíte Office instalada e tem aquele trabalho de escola para amanhã e está indeciso entre ir para o Google Drive ou começar a bater a cabeça na parede.

Situação 3: Você cresceu sabendo de alternativas e se lembra de coisas como OpenOffice, BrOffice, StarOffice, Calligra, PrettyOffice, Wordpad, Bloco de notas mas nunca procurou nada além da tradicional suíte da Micro$oft.

Situação 4: Você instalou aquele Windows "boladão" black edition que você conseguiu ali do rapaz atrás da banca do Seu Quincas e não sabe o que fazer no seu sistema recém instalado, 100% livre de qualquer coisa, afinal, a black edition "boladona" já vem com todos os patchs de segurança lançados e 3 que ainda não lançaram pra proteger seu PC até da NSA! Porém, você está igual a pessoa da situação 2.

Situação 5: Você comprou / ganhou um MacBook Air Pro Cafeteira Top Term 6000 e descobriu que depois de pagar o equivalente a duas BMW em um notebook (que custaria 2 mil reais se não tivesse a "pera" mordida) que você precisa comprar uma licença do Office pra usar nele se quiser fazer o trabalho de casa.

Ok, você pode se enquadrar em uma, mais de uma ou nenhuma das situações acima, mas você deve ter achado pelo menos uma engraçada, vai, fala pra mim.

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Por um FLISOL livre.

Qual o poder de um nome? O que um nome representa?

Um nome representa o ideal que foi atribuído a ele, seja por algo ou alguém, por exemplo, atribuimos o nome "dado" ao hexaedro que utilizamos para jogos de azar, se chamarmos o "dado" de "bola", o objeto perderá seu sentido, o ideal que foi atribuido a ele, será perdido.

Seguindo esta mesma linha de raciocinio, chamar um pássaro em uma gaiola de livre, ao invés de torna-lo livre, deturpa o sentido da liberdade dele.

Trazendo o pensamento para o mundo digital, existem grupos que lutam pelos mais diversos movimentos digitais existentes, o grupo pró facebook, o grupo anti facebook, o grupo pró microsoft, o grupo pró linux, o grupo pŕo GNU, o grupo pró Apple e tantos outros grupos distintos que dificilmente caberiam em um texto com intuíto de trazer discussões de idéias. Esses grupos, por mais diversos que sejam, compartilham de algo em comum em suas organizações, existem os pró movimento, os simpatizantes do movimento e os militantes, os pró movimentos se sentem bem naquele ambiente porém não sentem a necessidade de militar sobre ele, os que simpatizam estão alí, porém, quando não lhes servir mais para nada o movimento em questão, simplesmente vão procurar outro que se adeque e os militantes, bom vamos para um paragrafo só para os militantes.

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Forçando SSL para páginas específicas

Olá Hackers de plantão!

Dica rápida sem muita firula;

Em projetos web pode ser necessário que algumas páginas rodem de uma forma mais segura (via https), o que é bem útil para sessões logadas da aplicação, porém, pode não ser necessária a navegação via SSL em páginas de acesso comum (como a home de um site por exemplo), pra gerir essas regras podemos usar algumas pequenas regras no htaccess.

Segue abaixo minha solução para o problema (lembrando que existem diversas outrasformas de fazer isso).

Colocando um servidor web online com php e MySQL no Debian Wheezy

Olá Hackers de plantão!

Situação 1: Então você decide que é hora de experimentar essa história de desenvolvimento Web e decide começar com o combo clássico de PHP / HTML / CSS / javascript. Dai você começa a ler mil tutoriais na internet, busca documentações das linguagens de marcação, de scriptagem e por ai vai. Quando você tenta rodar seu código abrindo aquele arquivo maroto .php, seu navegador, diferentemente do que faz com os .html da vida, não abre nada, pelo contrário, "faz o download" do arquivo que você está tentando executar. Pois bem, o que você está fazendo de errado?Situação 2: Você, jovem padawan que sempre alugou hosts de terceiros na vida, decide subir um ambiente de desenvolvimento "na unha" pra provar que é um Mestre Jedi e, após 4 horas de download em uma internet de 2Mbp/s você tem em suas mãos uma ISO do Debian netinstall e não sabe o que fazer dai pra frente.Situação 3: Você só está curioso pra saber o que eu tenho pra te dizer.

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I Am Not Lefthanded

Olá hackers de plantão!Pequena jóia encontrada no Jamendo (plataforma onde artistas compartilham suas músicas sob Creative Commons onde você não paga nada para consumir a música a menos que queira utiliza-la para uso comercial).A banda é irlandesa e possui uma pegada meio folk meio pop, muito boa pra ouvir quando se está procurando algo em uma vibe mais tranquila.Pra mim pelo menos, casa perfeito com uma segunda-feira.Por hora é isso turma.